Uma obra de arte nunca se pinta ao acaso.
Um homem triste deixa de ser triste quando vira uma obra poética destinada ao acaso.
Álcool inflamado queima o seu coração, queima ao fogo e arde de paixão.
O espelho devolve-lhe a certeza de que embriagar-se recupera as boas lembranças e
esquece as bobas brigas.
A bicicleta companheira fiel, o leva de volta ao lar, demonstra a sobriedade de ainda pode se localizar no espaço.
Sóbrio compreende que o caso do acaso nunca existe.


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